segunda-feira, 17 de março de 2008

AIM for Business Flows





No outro post vimos que:

A metodologia Oracle AIM é uma abordagem provada de implementação do Oracle Applications, estruturada em fases, processos, atividades e entregáveis (deliverables).

AIM for Business Flows é a última atualização no AIM, suportando o uso de Fluxos de Negócio pré-definidos e mantendo o foco nos benefícios de uma implementação por processos de negócios em vez de funções e funcionalidades do software.

Características dos Business Flows

Foco em Processo de negócio;
Uso de Fluxos de Negócio pré-definido como ponto de partida para o modelo de processo futuro;
Rápida estabelecimento de um ambiente pré-configurado, para uso no mapeamento dos Fluxos de Negócio do cliente;
Antecipa a participação ativa dos usuários nos ciclos de testes.

Objetivos
Fazer o uso dos Fluxos de Negócio Oracle como modelo para o Processo Futuro;
Antecipar o "hands-on" do cliente a partir do rápido estabelecimento de um ambiente pré-configurado e testato baseado nos Fluxos de Negócio;
Identificar mais rapidamente durante os CRP a definição e validação do modelo de processo futuro, partindo de uma linha base e ajustado requerimentos identificados para o próximo rodada de CRP;
Incrementar o uso da Aplicação sem desnecessárias customizações ou extenções, resultando em economias adicionais.

Conceitos

Business Flow
É uma sequência de processos de negócio relacionados para atingir um objetivo de negócio, considerando as melhores práticas;
Em BF pode ser uma série de fluxos;
Ex.: "Order to cash" (7 fluxos).
É tipicamente representado como um esquema com detalhamento de passos requeridos para completar o processo.

Acelerador de Tempo (Requerimentos)
Disposição do cliente em aceitar o BF Oracle sem que se tenham grandes alterações;
Eliminar o "as is" e empenhar-se na atividade de modelar o processo partir dos modelos de fluxos de negócio pré-definidos;
Evitar o acúmulo de requisitos explícitos; Evitar os "desenvolvimentos" para prepara a demonstração "O cliente pode operar o negócio fazendo o uso das funcionalidades padrão".


Equipe de Análise de Fluxos
É responsável pela seleção/especificação de um grupo ou família de Fluxos de Negócio, bem como a integração com os outros fluxos que fazem parte da implementação;
Cada equipe deve ter o mínimo de um consultor como facilitador, o dono do processo do cliente e um ou mais usuários chave;
Deve ser definido um grupo de fluxos para cada equipe que irão depender dos processos a implementar.

Papel de Equipe
Os consultores têm a responsabilidade de fornecer o conhecimento no Oracle E-business Suite, fazer a atualização da documentação dos fluxos, planejar e preparar os CRP;
A equipe do cliente tem a responsabilidade de fornecer o conhecimento dos processos e requerimentos de negócio da empresa e tomar as decisões quando necessárias.

Conduzindo um CRP

Um CRP usualmente envolve:

Integração do Fluxo de Negócio dentro de um objetivo
validação de setup
testes de performance
validação da conversão de dados
adequação dos documentos de processos

Normalmente temos os seguintes CRP

CRP1 - Fase de Definição
CRP2 - Fase de Elaboração
CRP3 - Fase de Construção

Bom, até o próximo post.....

segunda-feira, 3 de março de 2008

Gerenciando pedidos


Gerenciando Pedidos, com vocês mais um pouco de Vendas

Abaixo, algumas de suas funções:

Oracle Order Management
Order Management
Shipping Execution
Basic Pricing
Oracle Configurator
Oracle Advanced Pricing
Oracle Release Management e e-Commerce Gateway
Portais de Cliente, Transportadora, Embarcador e do Gerenciamento de Ordens

O escopo desse material envolve o Oracle Order Management

Principais Recursos
  • Gerenciamento de informações sobre clientes
  • Gerenciamento de informações sobre pedidos e devoluções, bem como efetuar cópias, aprovar, definir retenções padrões, reter diretamente, liberar retenção, cancelar pedidos ou linhas
  • Regras de preenchimento automático na entrada de pedidos
  • Verificação de crédito para liberação de pedidos
  • Gerenciamento de informações sobre programações e entregas
  • Verificação e reserva de ATP ("Available-To-Promise" : Disponível para promessa) na cadeia de suprimento
  • Integração da demanda com o setor de fabricação
  • Workflow para aprovações e para visualização do andamento dos pedidos Restrições de alterações de dados, conforme a responsabilidade.
  • Referência cruzada de itens como opção de entrada
  • Integração completa com Contas a Receber, gerando as informações para emissão da Nota Fiscal.


PRINCIPAIS RECURSOS DA PRECIFICAÇÃO BÁSICA:

  • Configurar listas de preços e listas secundárias;
  • Criar fórmulas estáticas;
  • Descontar por percentual ou quantia;
  • Aplicar despesas e aumentos com fretes;
  • Configurar acordos de precificação de clientes.
ALGUNS RECURSOS SOBRE ENTREGAS
  • Planejamentos de entregas, incluindo excesso e falta;
  • Permite informar despesas especiais e de frete.
PORTAL DO ORDER MANAGEMENT (FAZ PARTE DO OM)

O Portal de Cliente da Internet é uma aplicação self-service para a Web.

Um cliente pode:
Verificar as ordens existentes com um Web browser;
Efetuar consultas por critérios, como o número da ordem de compra, o número do projeto e o representante de vendas;
Verificar disponibilidade de itens.
Conjuntos de Linhas

É possível agrupar linhas com necessidades semelhantes, ou que tenham que ser entregues juntas.

Os três tipos de agrupamentos de linhas são:

Conjuntos de entregas
Conjuntos de chegadas

Conjuntos de fulfillment

O OM pode colocar linhas em conjuntos automaticamente.

Os usuários podem alterar os atributos de conjunto na tela de “Ordens de Venda”

Podem-se mudar conjuntos conforme necessário para atender às necessidades de entrega.

Regras Default
  • Preenchimentos Automáticos Usar flexfields descritivos como origens de informação
  • Podem usar fórmulas (hoje + 7) API de PL/SQL para casos mais complexos
  • Toda a configuração, assim como os cálculos, é efetuada no AR (Contas a Receber)
O Oracle Order Management/Shipping permite calcular um imposto estimado para pedidos no momento da entrada do pedido.

A estimativa do imposto pode se basear nos status do impostos, nas informações sobre o endereço do cliente e em códigos de impostos (IVA) atribuídos a itens, locais e clientes.

O valor real do imposto é calculado durante a importação para o Oracle Receivables (AR).

Moedas

Se, no pedido, forem usadas moedas diferentes da definida no seu conjunto de livros, deve-se informar um tipo de conversão de moeda.

São nativos do Oracle:
Tipo de conversão User: o operador informa a taxa e a data de conversão;
Tipo de conversão Spot ou Corporate: sistema usará a taxa de conversão de moeda Spot ou Corporate correspondente à data do pedido.